Alquimista Mundano

14/02/2004 06:46
Muito bem, a imagem é tosca, mas é essa a belezinha que me acompanha.



Eram exatamente seis da manhã quando adentrei meu quarto. Estava tomado pelo fedor de cigarros e o corpo leve, leve demais, em função de choppes encorpados do Cervantes. Era o primeiro degrau na escada para o céu.

O segundo degrau foi abrir o estojo e plugar a minha lindinha. Ficamos nos curtindo durante um bom tempo, eu a tocava e ela gemia, um gemido de prazer mútuo, ora fugaz ora duradouro. Eu a amo de um jeito que não posso amar nenhuma mulher. Já disse isso antes, mas damos e recebemos na mesma proporção.

Ela não me pede nada, e mesmo assim, lhe dou minha completa devoção. Em troca, tenho orgasmos. Tácteis e auditivos. Acho que isso é uma forma de amor.
enviada por Pedro, o Alquimista






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